Anthor + Involves: Cubra gaps da sua operação com a Gig Economy

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O que é a Gig Economy na prática e como ela pode otimizar sua operação de Trade Marketing?

Neste webinar foi discutido como você pode utilizar a Gig Economy para expandir a agenda de atendimento e cobrir faltas, férias e problemas de dimensionamento de equipe de maneira dinâmica e automática.

A conversa teve participação de Guido Jackson (nosso querido CEO), Pedro Galoppini (CPO da Involves), Tarcísio Freitas (Gerente Nacional da Red Bull) e Maurício Bendixen (Diretor de Operações da Rede Condor) para discutir o assunto na prática.

Caso não queira assistir ao vídeo, dá uma lida aqui embaixo! Separamos tudo o que foi falado durante a conversa.

 


 

Para começar, as apresentações. O vídeo infelizmente teve o início cortado, momento em que Tarcísio Freitas inicia a conversa contando um pouco sobre ele e sobre seu cargo de Gerente Nacional da Red Bull. Depois, Maurício Bendixen, diretor de operação da rede Condor, contou sua trajetória até chegar ao cargo que está hoje. Pedro Galoppini, ou “Doca”, co-fundador e diretor de produto da Involves, seguiu a conversa falando um pouco mais sobre a empresa que foca em soluções de softwares, como o Involves Stage. Em seguida, nosso querido CEO também se apresenta, apresenta a Anthor e finaliza essa parte e dando início ao assunto que será discutido: a Gig Economy.

A demanda de trabalho no varejo nunca será igual o ano todo. Inúmeras ações são fechadas no decorrer do ano, existe sazonalidade de datas festivas, e é muito difícil atender essa demanda com o modelo CLTista, como Doca afirma e os outros convidados concordam. “Menos de 1% das visitas realizadas pelos promotores são realizadas no domingo, […] e falta mão de obra em muitas das lojas justamente no dia que existe pico de movimento, sendo altamente prejudicial para produtos de alto giro. […] Na segunda-feira a loja está cheia de buracos e você provavelmente perdeu vendas nesse período por não conseguir repor”, declara o diretor de produto.

“Outra informação que comprova essa questão da sazonalidade, é que das visitas planejadas pelas indústrias, em média são realizadas entre 70% e 80%”, segue Doca, que explica que existem inúmeras razões, algumas que inclusive ainda não foram totalmente entendidas, para que esse índice nem sempre esteja tão alto como esperado. A alteração de roteiro é um dos motivos que se repete entre as indústrias para manter a régua nesse valor, e isso pode acontecer em alguns casos, como por exemplo a alta demanda em alguma loja específica da rede, que faz com que os funcionários precisem ser deslocados para fora do seu itinerário.

Somando ao que foi falado pelo diretor da Involves, Maurício confirma que essa situação acontece também nas suas lojas, e que o motivo para a parceria com a Anthor começar se deu pelas lacunas de atendimento que a rede Condor tinha aos domingos: “quando eu entrava nas lojas no domingo era como se um furacão tivesse passado por ali”.

A questão trabalhista é outro argumento que foi adicionado pelo diretor da rede varejista para complementar as vantagens da Gig Economy, ou economia compartilhada. Ter a flexibilidade de contratar profissionais autônomos, traz a tranquilidade que Maurício procurava para saber que suas lojas estão organizadas e preparadas para receber os clientes da rede, “fico contente quando encontro o pessoal de camiseta preta […] a gente vê as gôndolas sendo abastecidas, a loja em pé. Você pode ir 8 horas da manhã, 4 horas da tarde, e domingo ela está sempre impecável”.

O chamado “cobertor curto” também é um problema encontrado no lado da indústria, como afirma Tarcísio. Além de ser difícil conseguir as informações para entender o balanço da loja, o gerente declara que o problema no domingo se confirma na ponta dos fornecedores. Ele complementa falando sobre o piloto realizado em parceria com a Anthor: “a gente acaba tendo promotor de segunda a sábado até meio da tarde, mas sábado a loja tem giro, domingo a loja tem ruptura, e na segunda-feira vai estar pior ainda. […] Para mim esse é um lado muito positivo da Anthor, a flexibilidade que a gente tem: a loja independente de onde está localizada, independente do horário que precisa ser executada a missão, independente da missão que você vai executar, é tudo muito personalizado, muito customizável, e isso ficou muito explícito no teste que a gente fez.”

Guido, adicionando um comentário feito durante o webinar, fala novamente sobre a questão da sazonalidade, e sobre o fato de existirem muitas lojas que estão fora das áreas de cobertura dos promotores das marcas. A pulverização dos estabelecimentos acaba fazendo com que algumas lojas que não estão localizadas em regiões centrais, ou lojas sem muita demanda, fiquem sem atendimento, principalmente quando colocadas as questões logísticas que envolvem toda a atividade dos profissionais da indústria.

Saindo do tópico do webinar, o fundador da Anthor responde a outro comentário explicando sobre como funciona o cadastro, treinamento, e verificação de qualidade dos Anthors, os profissionais autônomos que carregam o nome da startup na camiseta. Primeiramente, após o cadastro dos futuros autônomos, é feita a verificação de dados dessas pessoas, que depois passam pelo treinamento básico onde aprendem mais sobre o que é FIFO, como fazer a limpeza e organização das gôndolas, precificação, EPI, e outras questões importantes para começar na plataforma e realizar as missões mais simples.

Sobre a verificação de qualidade, o CEO explica sobre que todas as pontas envolvidas (varejo, indústria e a própria startup) conseguem ver o que foi feito na missão logo que ela é finalizada, partindo então para as avaliações que são, também, realizadas pelos três grupos envolvidos na operação.

Seguindo para o assunto abordado no webinar, Guido pergunta para Doca se ele pode compartilhar um número aproximado de quantas visitas deixam de ser realizadas dentro dos possíveis 30% de não atendimento. O representante da Involves, que não pode oferecer um número exato, declara que “em um mês a gente realiza mais de um milhão de visitas na nossa plataforma, então a ordem de grandeza é na centena de milhares de visitas”, confirmando o tamanho do gap encontrado nas empresas que ainda não utilizam a mão de obra autônoma e flexível no quadro de operações.

Maurício complementa falando que não consegue medir com precisão quanto esse universo representaria de perda em vendas, por existirem outras questões atreladas ao assunto, e principalmente por existir o processo de substituição de produtos por parte do cliente quando olhamos para o varejo. Ainda assim, o diretor de operações reconhece que existem consumidores muito fiéis à determinada marcas, e que isso influencia diretamente nos números de sell out de suas lojas: “você tem o abandono da compra toda, pegando um ticket médio de R$250, R$300, ou então o cliente todo que representa quatro vezes esse valor no mês, perto de R$1.000, R$1.200, que você perde porque não tinha o produto”.

Tarcísio adiciona na discussão comentando que a situação de substituição não acontece com as indústrias, já que no momento em que o cliente não encontra o produto, não existe a opção de adquirir outro que vá gerar lucro para a empresa: “essa informação (de rupturas) é muito sensível, é um negócio que precisamos ter o quanto antes”. O gerente ainda complementa explicando o porquê da urgência, já que considerando o número de lojas que a Red Bull precisa controlar, fica difícil trabalhar em cima dessa informação quando eles precisam enviar novos produtos para a loja se a ruptura já é existente.

O representante da empresa de bebidas continua exemplificando o cenário com a experiência que teve junto à Anthor, passando pelo momento em que a plataforma avisou quando alguma loja estava entrando em ruptura, dando tempo hábil para a empresa agir em cima disso e evitar que o estabelecimento tenha produtos faltando nas gôndolas e geladeiras. Agregando a isso, Guido questiona sobre o peso que as compras por impulso têm nos números finais do negócio, ao que Tarcísio responde que “produto gelado é conversão em venda”, mostrando novamente o quão importante é para a indústria ter seus produtos disponíveis para o shopper.

Fazendo novamente uma curva do tópico principal, Pedro responde uma dúvida feita pelos comentários durante o webinar, sobre qual o intuito da inteligência artificial aplicada às imagens. Doca, então, explica que a inteligência é usada para algumas finalidades, como detectar que produtos estão presentes em gôndola, aferir rupturas, confirmar planogramas e verificar a precificação, seja do seu produto ou do concorrente. A tecnologia facilita a vida do profissional que está no chão de loja e traz a possibilidade de outras coisas serem trabalhadas durante a visita aos estabelecimentos, como ações promocionais e relacionamento com o varejista.

Seguindo a leitura dos comentários, outra questão que é relevante de trazermos aqui é a segurança que o varejista sente na parceria com a Anthor, principalmente em relação aos profissionais que entram em loja e no estoque dos estabelecimentos, ao que Maurício relata: “a gente tem o controle pelo aplicativo. Sabemos quem esteve, quando chegou na loja, e quando precisamos identificar qualquer situação sempre temos, por parte da Anthor, toda a segurança. […] Tivemos muita preocupação no início com relação a isso, e está funcionando tão bem que agora temos uma outra empresa que trabalha dentro do Condor. […] É uma outra empresa, mas a forma de trabalho da Anthor transmite tanta segurança que estamos migrando para outros formatos de negócio”.

Agora, falando pelo lado da indústria, Tarcísio apresenta um pouco sobre como foi o projeto voltado para pesquisa desenhado em parceria com a startup curitibana, “o que fizemos basicamente foi pegar um problema que a gente tinha, de histórico, que é justamente no domingo […] e a gente conseguiu deslocar o pessoal da Anthor para algumas lojas específicas, não somente para abastecimento focando em geladeira, mas adicionando também a pesquisa do ponto de venda. Então conseguimos as informações mais importantes que a gente precisava em loja durante o final de semana”. O representante da Red Bull complementa falando que a parte mais interessante de todo o processo tem relação com a customização que o aplicativo oferece, dando a possibilidade de escolha de que atividades serão realizadas, em que lojas, por quanto tempo e com que produtos.

Finalizando o tópico da gravação, Maurício fala novamente um pouco mais sobre a segurança, respondendo a um comentário sobre os Anthors poderem ou não entrar em estoque. Mesmo sendo permitido, cada rede trabalha da forma que preferir, como o diretor da rede varejista comenta. Ele afirma que o mais importante é que, com certeza, a produtividade sempre será maior tendo a flexibilidade necessária para cobrir todos os gaps da operação, e adiciona contando um pouco mais sobre os treinamentos a mais que são oferecidos pela Anthor (sejam de indústrias ou varejos) para que a qualidade seja sempre ponto fundamental de qualquer missão disponibilizada no aplicativo.

Encerrando o webinar, cada convidado teve um tempo para uma última palavra. Pedro aproveita para propor a todos que estavam assistindo que provem um pouco do que foi falado na live, “a sinergia que existe entre uma operação com promotores dedicados, que são muito importantes e vão permanecer importantes, com uma operação com o serviço da Anthor, complementando o que foi falado sobre o ‘cobertor curto’ é o presente”, se dispondo a ajudar aqueles que desejam implementar isso em parceria com a Involves também.

Maurício agrade a oportunidade, citando que é muito bom ter uma visão mais ampla do que acontece, saindo do que é visto apenas pelo varejista. Tarcísio também faz seu agradecimento e cita que sempre é produtivo falar sobre o “futuro presente” e sobre as tecnologias que já estão sendo implementadas em outras operações, apontando que é possível ver a Anthor se encaixando em vários pontos de melhoria para a indústria. Por fim, Guido, nosso querido CEO, também agradece todas as participações e fecha o webinar disposto a mudar o mundo a partir da economia compartilhada.

 


 

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