Descubra como o e-commerce aquece o consumo do varejo em 2021

A pandemia da Covid-19 tem gerado desafios para todos os setores da economia brasileira, e com o setor de varejo não seria diferente. Entre decretos, fechamentos e reduções de horário o setor precisou se reinventar em tempo recorde para continuar atendendo a crescente demanda dos consumidores.

De acordo com pesquisa realizada pelo IPC (Índice de Potencial de Consumo), uma retração de 5,4% é esperada no varejo por conta dos efeitos do novo coronavírus. Trata-se da maior retração desde 1995, se descartada a inflação e forem considerados os acréscimos anuais. Ainda, de acordo com o levantamento, é possível constatar que por conta da pandemia o consumo dos brasileiros é comparável hoje aos mesmos índices de 2010 e 2012.

Em dados divulgados pelo Balanço de Vendas da Asssociação Comercial de São Paulo (ACSP), o varejo paulistano sofreu uma queda de 38,1% no mês de março em comparação ao mês de fevereiro deste ano. A queda se deve principalmente às restrições de funcionamento do comércio em todo o estado.

Com dados extraídos do Boa Vista Serviços S/A, pode-se também perceber uma queda em comparação ao mesmo período do ano passado, com um impacto de 23,7%. De acordo com o economista da ACSP Marcel Solimeo, as medidas para conter a pandemia somadas à queda de renda do consumidor abalaram a confiança da população, consequentemente refletindo nas vendas do varejo.

Uma oportunidade de ouro

Para contornar a queda nas vendas e as previsões de baixa, o varejo encontrou solução em um setor que está cada vez mais em alta no Brasil: o e-commerce.

Ainda que não seja prática padrão de todas as redes de varejo, muitos já estão percebendo os números crescentes desta nova modalidade e faturando muito, especialmente em época de pandemia, quando o consumidor adotou novos hábitos, ficando em casa e comprando online.

De acordo com a Nielsen, em dados de abril de 2020, as compras online tiveram um aumento de 23% no número de novos pedidos em relação ao ano anterior em decorrência das medidas restritivas do novo coronavírus. O diretor de atendimento ao varejo e e-commerce da Nielsen, Roberto Butragueño explica que o e-commerce tornou-se um facilitador da situação imposta pela Covid-19, e que a medida que os consumidores adaptam suas necessidades e atividades diárias aos seus lares a demanda por serviço online consequentemente aumenta.

A Spending Pulse, índice da Mastercard que rastreia as vendas gerais do varejo em todos os tipos de pagamento, indicou que as vendas de outubro de 2020 aumentaram 87% em relação ao mesmo período de 2019.

Os desafios e dificuldades

Com um aumento significado no número de pedidos, o varejo vem sofrendo uma dificuldade que até então era desconhecida – a coleta e separação dos pedidos online.

Para o consumidor final, o prazo de entrega maior na compra online pode resultar em abandono de carrinho de uma loja para realizar a compra em outra, afinal pesquisar preços ficou ainda mais fácil e rápido. Por isso, muitas vezes o prazo de entrega se torna o principal fator de decisão de compra.

Como a modalidade e-commerce para as redes de varejo é nova para algumas empresas, o quadro de funcionários – fixos ou não, dedicados ao comércio eletrônico ainda não está adequado a alta na demanda, especialmente por tratar-se de uma demanda com horários distintos do varejo físico. Isso faz com que os pedidos levem mais tempo para serem processados e separados dentro das lojas, podendo trazer consequências negativas como as citadas anteriormente.

Uma solução inovadora

Novos problemas exigem novas soluções, e pensando na alta demanda de shoppers para e-commerce no varejo, surgiu uma solução que é tão flexível quanto a demanda do varejo online – a Anthor.

Com a Anthor é possível solicitar autônomos para fazer a separação de pedidos do e-commerce ou reposição de mercadorias nas gôndolas da loja em qualquer dia da semana e em qualquer horário, não sendo necessário dedicar uma equipe própria para isso. Isso evita complicações de contratação, treinamentos, e principalmente de escala de horários e demanda.

A Anthor é um aplicativo que funciona com base na economia compartilhada. Dessa forma, o varejo pode solicitar os trabalhadores autônomos por hora, não sendo necessário a contratação de novos funcionários para aumentar o desempenho da operação.

Para conhecer mais, acesse o site da Anthor clicando aqui.

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Sobre o Autor

Gustavo Domingues
Gustavo Domingues

Analista de marketing sênior no Anthor. Gosta de música, séries, estudar e viajar.

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